“O amor quando é amor não morre, ele simplesmente adormece. Pode ser por pouco tempo ou até muito, mas não deixa de ser amor. Paixão quando é paixão não acaba, ela simplesmente renasce de uma cinza que nunca se apaga, ela se mantém acesa por décadas, basta um simples “oi” ou um simples sorriso para que aquilo que estava esquecido volte de novo. O amor quando se vai deixa mágoas e feridas que só tempo irá curar ou talvez não. A dor imediata ao perder um amor é dolorosa, dura, parece que nunca vai acabar, arde, queima e machuca corações. É como se sentir num abismo, uma rua sem rumo, sem saída. Perder alguém que ama não é fácil, ainda mais quando se perde por besteiras, falta de atenção, compreensão, mas não importa, se esse amor renascer de novo nada importará, muito menos a distância ou a falta de tempo. É como se tudo fosse pequeno ou até mesmo insignificante, sem nenhuma importância, simplesmente amor. Amor esse que é pra sentir e nunca pra entender. Ele não se explica, simplesmente amamos. Um amigo, a mãe, o pai, “um namorado”, um cachoro, alguém. Pense nisso. Talvez se trate sobre você’
Er… Amor, algo tão difícil de se compreender, sentir, quem dirá de se explicar.
É tão difícil diferenciar Amor de Paixão. Quando sabemos que ultrapassamos a barreira do desejo? Da volúpia? Da lúxuria? Quando é que percebemos que estamos verdadeiramente apaixonados?
Como eu ia dizendo, Amor, é uma palavra tão complexa. De acordo com o site Wikipédia: “…O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.“
Pelo meu pouco entender, o conceito de Amor é algo que está relacionado com o famoso e vulgar ditado: “Dar e receber”. Mas vamos combinar que nem sempre é assim né? Nem sempre somos objetos de desejo das pessoas que queremos ser ¬¬’
Amor platônico = Amor platônico é uma expressão usada para designar um amor ideal, alheio a interesses ou gozos. Um sentido popular pode ser o de um amor impossível de se realizar, um amor perfeito, ideal, puro, casto.
Amor, paixão, e loucura = Estudos têm demonstrado que o escaneamento dos cérebros dos indivíduos apaixonados exibe uma semelhança com as pessoas portadoras de uma doença mental. O amor cria uma atividade na mesma área do cérebro que a fome, a sede, e drogas pesadas, criando atividade Polimerase. Novos amores, portanto, poderiam ser mais emocionais do que físicos. Ao longo do tempo, essa reação ao amor muda, e diferentes áreas do cérebro são ativadas, principalmente naqueles amores que envolvem compromissos de longo prazo. Dr. Andrew Newberg, um neurocientista, sugere que esta reação de modificação do amor é tão semelhante ao do vício as drogas, porque sem amor, a humanidade morreria.
Enfiim, existes vários tiipos de amores, mas de acordo com minha pequena pesquisa, estes casos foram os que mais me chamaram atenção. Quem nunca teve um amor platônico que atire a primeira pedra. E quem nunca presenciou esses amores loucos que existem mundo à fora? Mesmo que seja na novela (aqueeela, Mulheres Apaixonadas, enfim).
Eu, particulamente, posso dizer que já tiive amores platônicos, e que já fui amor platônico de alguém (não que eu me orgulhe disso). E vocês? o que tem pra me contar?
E agora chega a hora legal, beijinhos especiais à Iana (puuts, temos transmissão de pensamentos e não sabemos, só pode ;O), Yanna (obrigada por me deixar sozinha no meio daquela cantada furada), Suuh (xará melamor), Clau (nem preciso dizer que fiquei tooda besta com teu post no blog das frigis q*).
Beeijos pra tooodas as Frigis + Bee + Quimera.
xoxo.
Pra você que me ama.